O vento e a terra cruzaram-se, numa tarde em que as avelaneiras ainda não tinham florido. Recua, tímido, o ar vendo-se reflectido nos caules breves. Murmura a terra verde palavras doces, de impossibilidade, enquanto o vento se eleva sobre si mesmo, o coração obstruído de poeira. Leve e obstruído. Pesado e ainda assim. "Não me temas", diz, enquanto sobrevoa as paredes do castelo
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